Aplicativos Perigosos para Celular





Confira aqui 3 tipos de aplicativos que você deve evitar instalar em seu celular.

Na atualidade o aparelho celular é uma peça imprescindível de comunicação. Na medida em que o tempo passa, os meios de se facilitar a utilização do smartphone se tornam mais eficientes. Neste caso, estamos no referindo aos aplicativos que existem para todas funções e gostos. São App criados para aprendizado de idiomas; para retocar as fotografias; para pedir comida e poder gerir suas senhas, entre outras coisas.

Entretanto, existem app confiáveis e não confiáveis. A existência de uma infinidade de App é algo que preocupa os usuários e as empresas, devido ao fato de ocuparem muito espaço e de consistirem, muitas vezes, em fontes de vírus e malwares, ou softwares maliciosos, que podem, também, entupir o celular de publicidade.




A partir de 2018 foi anunciado por meio do Google que foram descartados em torno de 700 mil aplicativos operantes por Android, avaliados como "maliciosos".

Deste modo, são três tipos básicos de apps que o usuário deve urgentemente evitar:


A – Aqueles apps que garantem melhor economia de bateria. Quando a bateria esgota, essa situação se torna um problema e não são todas as pessoas que tem um carregador à mão. Muitas são as situações de aperto, em que o aparelho descarrega, o que pode motivar o usuário a baixar algum aplicativo perigoso, que garanta prolongamento do tempo de funcionamento do celular.

Perigo: em geral, aplicativos para poupar bateria são falsos. Prometem soluções quase milagrosas, porém, não o são, e há poucas exceções verdadeiras. Economizar bateria requer uma regra simples: gerenciar frequentemente o próprio consumo, fazendo eliminar excesso de aplicativos que sobrecarregam o funcionamento normal do aparelho. Outra dica: deixar o celular em modo noturno, no sentido de prolongar a vida da bateria; reduzir o brilho da tela ou mesmo desativar todos os sinais de wi-fi e de bluethooth, que constituem outros modos de poupar a bateria e otimizar a utilização do aparelho. É possível, também, desativar o uso de dados ou utilizar o aparelho no modo de baixa energia, entre outros procedimentos.

B – Evitar apps que “limpam” o aparelho celular e apps que garantem aperfeiçoamento no rendimento do aparelho por meio de uma suposta "limpeza". O app mais popular e danoso dessa espécie é o chamado: Clean Master.

Conforme explicam alguns especialistas do ramo, o app de tipo Clean Master opera de modo a desacelerar o celular; faz substituir a tela de bloqueio e induz o usuário a baixar mais aplicativos oriundos do desenvolvedor Chetaah Mobile. Entretanto, ele não serve para nada, absolutamente. Assim, para eliminar de modo eficiente os dados ocultos, será necessário, apenas, acessar o chamado item de armazenamento por meio das configurações do celular e limpar os dados em cache.

Nada de confiar em “aplicativos” cuja função é garantir boa limpeza na memória RAM.

C – Evitar os apps que “refrescam” o aparelho celular. Dado que o fator de superaquecimento de celulares é inevitável, e certamente é considerado um grande problema, frequentemente. O fator mais comum nessa situação é a exposição ao sol, aos vírus, aos problemas com a bateria ou, o que é mais frequente, pelo uso contínuo em longos períodos.

Porém, deixando de lado a questão dos fatores de superaquecimento, os especialistas são unanimes em recomendar que os usuários jamais baixem apps para resfriar o aparelho. Aplicativos dessa natureza só fazem sobrecarregar ainda mais o aparelho, já que o processador do mesmo necessita de algumas horas para esfriar.

Portanto, dica útil: precisa refrescar o celular? É só deixá-lo desligado por algum tempo.

Entre outras dicas importantes estão:

1 – Baixar apps nas próprias lojas oficiais da Apple ou da Google;

2 – Desprezar qualquer arquivo de extensão tipo ".apk";

3 – Nada de baixar apps que “garantem” soluções milagrosas;

4 – Atualizações frequentes.

Paulo Henrique dos Santos





Postar Comentário