Novo Pocophone F2 – Suposta Ficha Técnica no Geekbench





Modelo deve contar com processador Snapdragon 855 e sistema Android Q.

A Linha de smartphones Pocophone, fabricado pela Xiaomi e conhecida pelo seu custo benefício, deve receber uma nova atualização. A chinesa conseguiu já na primeira geração posicionar seu celular entre os mais poderosos do ano passado e não quer ficar para trás neste quesito. Especificações de gama alta são esperadas no novo aparelho.

Para quem está esperando o lançamento, um bom rumor deve contentar os mais ansiosos: o suposto modelo Pocophone F2 surgiu na internet equipado com o Snapdragon 855, um dos processadores topo de linha para este ano. A evidência foi encontrada no app de benchmark Geekbench, que “acusou” a presença do novo celular da Xiaomi.




Segundo captura obtida pelos internautas, em multi cores, o Pocophone chega a pontuar 6097, o que apresenta uma excelente média em comparação aos seus rivais diretos. Outra evidência que aparenta ser o Pocophone é o seu modelo, chamado de “Xiaomi POCO F2”, uma clara evidência da nomenclatura do celular para esta geração.

Além do Snapdragon atualizado, a Xiaomi não deve fazer feio com a versão do Android: ao menos no modelo apresentado nos testes, o Android embarcado para o consumidor final pode ser o novíssimo Android Q. Como não há um pronunciamento da Xiaomi, tampouco que seja realmente o modelo, podemos esperar que ele fosse distribuído com o Android 9.0 sendo que a décima versão do robozinho verde está sendo testada para ser distribuída posteriormente em atualizações.


Supostas especificações

A imprensa internacional já vem dissecando o celular, procurando levantar os rumores sobre suas especificações técnicas. Segundo os vazamentos, o novo lançamento da Xiaomi deve mesmo possuir o Snapdragon 855 em suas entranhas. O chipset é um octacore, com núcleos dedicados para o gerenciamento de energia e para desempenho. Este deve posicionar o Pocophone F2 em uma posição de destaque, ficando em similaridade no desempenho com concorrentes diretos.

É esperado que a tela deste celular trouxesse novamente a tecnologia IPS LCD com resolução FULL HD+ para as novas tendências de tela. O aproveitamento da parte frontal também estará por aqui, aproveitando a tendência do mercado de pequenos recortes para abrigar a câmera frontal e os sensores.

A imprensa internacional apresenta os rumores no tocante à Memória RAM. Desta vez, seguindo o que a Samsung adotou em sua linha S10, a nova versão do Pocophone deve possuir três variantes à disposição do consumidor: 6GB, 8GB ou 10GB de memória RAM distribuídas conforme o armazenamento interno: 128 GB ou 256GB de espaço compartilhado com o sistema operacional e os apps de fábrica.

Completando a parte em que comentamos das câmeras, o Pocophone de segunda geração deve contar com três lentes na parte traseira assim como os principais concorrentes como S10 Plus. Não se sabe ainda quantas estarão na parte frontal, porém, as lentes ganharão recursos de inteligência artificial assim como outros celulares.

A segunda geração do Pocophone deve contar com 4000 mAH e suporte a carregamento rápido e apps de áudio da Qualcomm, trazendo linguagens específicas para processamento de áudio. Baseando-se no modo de carregamento rápido e a capacidade da bateria, é esperado que o celular demorasse pouco mais de uma hora para chegar a cem por cento de carga.

Data de lançamento e preço

Os rumores levantam a hipótese de o celular custar entre 320 e 420 dólares, ou seja, menos da metade do que a Samsung e a Apple cobram em seus celulares, se compararmos o mercado internacional. Deverão chegar às prateleiras para os consumidores no segundo trimestre deste ano, aponta as suposições mais recentes.

Chegada ao Brasil

O Brasil (quem diria) já possui representação oficial da Xiaomi, através da DL Eletrônicos, que tem a missão de importar o celular e oferecer assistência técnica nacional. Dentre os celulares que chegaram por aqui, o Pocophone F1 é um deles. Ainda não sabemos se a segunda geração desembarcará por aqui, mas ficamos na expectativa.

Por Leandrinho de Souza





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