Moto E7 Power – Ficha Técnica e Preço no Brasil 2021



Modelo chega ao país com bateria de 5.000 mAh e preço de R$ 1.099.

A Motorola, que já havia lançado outras variantes do Moto E, seu modelo de mais baixo custo, apresentou mais um que compõe a família do smartphone, que tem a proposta de trazer o que há de mais básico pelo menor preço. Trata-se do E7 Power, que se destaca pela bateria gigantesca e alta duração de bateria.

Para baratear o celular, a empresa apostou em um corpo mais simples, de plástico com um visual mais antigo, com as câmeras na traseira em um formato que lembra os celulares mais intermediários e uma frontal com notch em gota, algo que já está ultrapassado e só é visto em celulares com a mesma proposta desse aqui: simples e discreto.



Para quem se importa com o visual de um celular, ele vem em duas cores: azul metálico e vermelho coral. Não quero me enganar, mas já vi elas em outros modelos da linha Moto E.

O Moto E7 Power é o reflexo do que as empresas ainda cismam em ofertar: 2GB de memória RAM com armazenamento em 32GB. Isso mostra o quão básico é o modelo que a Motorola quer colocar à disposição para o consumidor final. Como processador, novamente a Mediatek aparece com o Helio G25, simples e que não economiza tanta bateria, fugindo do propósito ao qual esse modelo desembarcou ao mercado. Sempre é bom lembrar que, mesmo frustrante, o armazenamento interno se torna ainda mais frustrante por que ele divide o local com o Android 10, puro, mas que consome bastante da já limitada memória. Ele aceita cartões externos para aumentar o espaço.

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Se a Motorola cismou com as configurações, nas câmeras se vê algo parecido. A parte traseira traz o mínimo que são duas lentes: uma de 13MP que é o sensor padrão e uma de 2MP para auxiliar no tão desejado efeito retrato. Isto sem contar na câmera frontal, que tem míseros 5MP. É aquela história de lente barata: em luz ambiente faz o seu papel, mas quando chega em locais escuros, o resultado não é o dos melhores. A Motorola não divulgou se ele filma em 4K, mas pelo jeito, apenas em 1080P.

Na parte da tela, o conjunto básico evidencia que é básico: 6.5 polegadas de tamanho, com tecnologia IPS LCD, mais resolução HD Plus. Tudo isso já pode ser encontrado até em celulares que batem no peito e dizem que são intermediários. Outro ponto que a Motorola não divulgou é que se a tela é uma PLS ou uma IPS pura mesmo, que já conhecemos de outros carnavais. Ele segue aquele esquema de poucas bordas e um aproveitamento maior.

São 199.5 gramas, em que mostra que a Motorola enfim adotou o USB-C como conector em celulares mais baratos: a linha E tenta espremer o máximo que pode, o que felizmente não aconteceu por aqui. Ah, faltou falar do destaque, que é a bateria. Os 5.000 mAH não é a coisa mais potente no mundo dos celulares, mas é aquilo que há de mais polpudo quando se fala em energia na linha lançada no final do ano passado, no começo deste ano.

Com o preço em R$ 1099 reais com vendas pela internet e em locais físicos, esta não é definitivamente, neste momento e no preço ofertado, a melhor opção. A nova linha Moto E já é vendida no país e tem como carro chefe a variante Plus, que no momento desta reportagem está custando R$ 999 em alguns locais na internet. E esse, é muito mais negócio. Tem uma construção mais elaborada, câmeras de melhor qualidade, memória de 64GB quando falamos de espaço interno e vem com processador Snapdragon, uma evolução e tanto se comparado com esse lançamento.

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Os preços devem baixar, mas não é a hora de apostar em um modelo que tem por foco manter o celular ligado por muito mais tempo do que é de costume.

Por Leandrinho de Souza

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