Análise Moto G20 2021 – Review do Smartphone



Confira aqui os prós e contras do Motorola G20 2021.

Os engenheiros da Motorola decidiram ampliar a versão Moto G, edição 2021, disponibilizando mais cinco modelos em estreia no território brasileiro. No topo da linha está o G100, ao passo que a versão G60 consiste em um aparelho intermediário de grande potência, ao passo que a versão Moto G30 apresenta estrutura e software mais modestos e preços mais acessíveis. A alternativa de menor custo é o G10, típico aparelho de entrada. A questão central aqui é a seguinte: onde elencar a versão Moto G20?

Para isso, vale destacar seus acessórios.



Em termos de Design e Construção: seu desenho externo é elegante e atraente, basicamente o mesmo padrão dos mais populares, entre G10 e G30. O conjunto que compõe as lentes das câmeras permanece estreitado à parte superior esquerda, na traseira, munido de três câmeras dispostas na fila vertical, junto à borda do aparelho. Em paralelo segue a função flash tipo LED, na parte inferior desse conjunto está o sensor. Logo abaixo, não muito distante, está a função de leitor para impressão digital.

Sobre a Tela: os especialistas explicam que, nesse quesito, não há muitas novidades, dado que intermedeia o G10 e o G30. Entretanto, fazendo justiça ao foco deste artigo, o Moto G20 está vazado em tela equivalente ao último modelo citado, cuja configuração conta com 6,5 polegadas, entregando capacidade de resolução HD+, bem como boa taxa de atualização em sistema 90 Hz. Para ser mais exato, se trata de 720 por 1600 megapixels, garantindo eficientes resultados na captação de maior densidade, aproximando-se de 269 PPP, em proporção de 20:9.



A Configuração e o Desempenho. O miolo é o que mais importa, em pesadas avaliações. Assim, o hardware garante a distinção essencial do Moto G20 em relação às demais versões da série. Está equipado de System on a Chip, produzido na Unisoc. Embora seja um dispositivo não muito conhecido, ainda faz um diferencial qualitativo que até desperta dúvidas nos consumidores. Mesmo assim, não há necessidade de preocupações, dada a presença do dispositivo T 700 como processador e a presença da função GPU muito mais potente que os outros aparelhos. Tudo isso foi aferido via testes em benchmark.

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Sobre a Interface e a conectividade: a administração da companhia Motorola, como de costume, efetua algumas pequenas modificações em cada lançamento, nesse quesito, e aqui não foi diferente. A interface de sistema Android de suas produções foi levemente atualizada, até para o G20. Ainda assim, existem alguns retoques e melhoras na configuração do menu, e no menu das configurações, agora com atalho para acessar mais detalhes sobre como utilizar mais eficientemente a bateria.

As lentes de Câmeras: na parte de trás, o conjunto de câmeras do G20 é basicamente do mesmo tipo instalado no G10. Na lente frontal, entretanto, a câmera tem foco de 13 megapixels, também instalado no G30. Há presença de quatro sensores traseiros, que garantem eficientes registros de imagens e vídeos em escala de 48 megapixels; há função super grande angular em oito megapixels; há lente macro de dois megapixels, com mesma profundidade.

Sobre a Bateria e o Carregamento. A partir dos testes sobre a estrutura técnica, sobretudo pela presença do recurso chipset, a bateria, embora potente, não segura muita autonomia. São muitos acessórios basicamente Tops de Linha para um software básico. A potência de 5.000 mAh pode até garantir algumas horas de utilização, mas ainda assim, não segura um dia todo. A conclusão mais óbvia, dado que se trata de um aparelho até incomum nessa série, é a de uma posição intermediária entre as duas versões acima citadas. O valor no mercado pode chegar a 1.600 reais.

Paulo Henrique dos Santos

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